Novenas
Novena de Santa Brígida da Suécia: os 9 Dias
A novena a Santa Brígida da Suécia dia a dia, com a oração diária, as orações próprias de cada dia e a coleta do Missal — e a diferença entre esta novena de nove dias e as 15 orações rezadas por um ano.
A novena de Santa Brígida é uma oração de nove dias confiada àquela que foi esposa e mãe, viúva e peregrina, mística e fundadora — e a quem o Senhor revelou os segredos do seu nascimento e da sua Paixão. Recorremos a ela por uma família provada, por uma viuvez, por uma viagem, por uma conversão esperada, e sobretudo para amar melhor a Cruz do Salvador. Reza-se tradicionalmente de 30 de setembro a 8 de outubro, dia da sua festa no calendário de 1962, mas pode ser começada em qualquer tempo em que uma necessidade premente o exija.
Se você chegou aqui procurando a novena de Santa Brígida de 1 ano ou a novena de 12 anos, saiba desde já que são coisas diferentes desta: explicamos cada uma mais abaixo. Esta página traz primeiro a novena de nove dias tal como a rezamos, integralmente.
A novena a Santa Brígida da Suécia — dia a dia
Cada dia tem a mesma estrutura: o sinal da cruz, a invocação diária com a nossa intenção, a meditação própria do dia, a oração própria do dia, e depois o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai. A novena não é um procedimento mágico, mas uma oração de confiança: Deus atende sempre, à sua hora e segundo o que é bom para a alma.
Oração diária (em cada um dos nove dias)
Em nome do Pai,
e do Filho,
e do Espírito Santo.
Amém.
Recolha-se um instante em silêncio e reze depois a invocação diária, que se diz em cada um dos nove dias antes da meditação própria do dia.
Ó santa Brígida da Suécia, fiel esposa de Cristo, mãe, viúva e peregrina, a quem o Senhor revelou os segredos do seu nascimento e da sua Paixão, confio na vossa poderosa intercessão diante do trono de Deus. Vós que santificastes todos os estados da vida pela fé e pelo amor, alcançai-me uma fé viva e um amor ardente pela Cruz do Salvador; e rogo-vos instantemente que me obtenhais também, se aprouver a Deus e se for bom para a minha alma, a graça que peço nesta novena.
Exprima aqui, com simplicidade e clareza, a intenção que confia a Santa Brígida — a mesma durante os nove dias.
Santa Brígida da Suécia, rogai por nós. Assim seja.
Primeiro dia — A esposa e a mãe
Brígida nasceu por volta de 1303 numa das mais nobres famílias da Suécia, filha de Birger, governador de Upland, e foi educada no temor de Deus por um pai piedoso. Casada jovem com Ulf Gudmarsson, príncipe da Nerícia, foi durante vinte e oito anos esposa fiel e deu-lhe oito filhos, que educou na piedade; entre eles, aquela que viria a ser santa Catarina da Suécia. Grande entre os grandes da sua terra, governou a sua casa como mãe cristã e nunca esqueceu os pobres.
Ó santa Brígida, esposa fiel e mãe de uma numerosa família, santificastes o estado do matrimônio com a paciência, a oração e a educação cristã dos vossos filhos: alcançai às nossas famílias a concórdia, e aos pais a graça de educar os seus filhos antes de tudo para o Céu.
Pai nosso, que estais nos céus:
santificado seja o vosso nome.
Venha a nós o vosso reino.
Seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia
nos dai hoje.
Perdoai-nos as nossas dívidas,
assim como nós perdoamos
aos nossos devedores.
E não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.
Amém.
Ave Maria, cheia de graça,
o Senhor é convosco.
Bendita sois vós entre as mulheres,
e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
rogai por nós, pecadores,
agora e na hora da nossa morte.
Amém.
Glória ao Pai, e ao Filho,
e ao Espírito Santo.
Como era no princípio,
agora e sempre,
pelos séculos dos séculos.
Amém.
Segundo dia — A viúva fervorosa
Depois de uma peregrinação a Santiago de Compostela feita juntos, Ulf adoeceu e morreu de santa morte na abadia cisterciense de Alvastra. Brígida, a seu lado até ao fim, depôs os ornamentos do seu estado, entregou-se à penitência e à oração, e revestiu a sua viuvez de pobreza e de obras de misericórdia. O que o mundo tem por perda, ela fez dela a porta de uma vida inteiramente nova, entregue só a Deus.
Ó santa Brígida, que na vossa viuvez transformastes a dor em oferenda e vos entregastes sem reserva a Deus: alcançai a todas as viúvas consolação e coragem, e a nós a graça de encontrar, mesmo no luto, o começo de uma união mais estreita com o Senhor.
Em seguida, o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai, como no primeiro dia.
Terceiro dia — As Revelações
Deus concedeu a Brígida, sobretudo na sua viuvez, visões maravilhosas, que pôs por escrito por ordem dos seus confessores: as Revelações. Contemplou os sofrimentos da Paixão como se estivesse presente no Calvário, e em Belém a Natividade do Senhor — o Menino posto sobre o chão, e a Virgem de joelhos adorando-O numa grande luz. Destas visões tirou a Igreja parte da sua devoção ao Presépio e à Cruz.
Ó santa Brígida, a quem o Senhor desvendou os mistérios do seu nascimento e da sua Paixão: alcançai-nos uma fé viva, para que contemplemos com amor o Deus que nasceu na pobreza e morreu na Cruz para a nossa salvação.
Em seguida, o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai, como no primeiro dia.
Quarto dia — A peregrina
Brígida foi uma grande peregrina. Com o esposo fora a Santiago de Compostela; viúva, partiu para Roma no Ano santo e fez da Cidade a sua morada, visitando as suas igrejas e os túmulos dos Apóstolos e dos Mártires. Mais tarde foi até à Terra Santa, a Jerusalém, para pisar o mesmo chão que o Salvador pisara. Procurou Deus pelos caminhos deste mundo como estrangeira e peregrina que se apressa para a sua verdadeira pátria.
Ó santa Brígida, incansável peregrina aos santuários dos Apóstolos e aos lugares santos da nossa Redenção: alcançai-nos atravessar esta vida como peregrinos do Céu, sem nunca prender o coração às coisas passageiras da terra.
Em seguida, o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai, como no primeiro dia.
Quinto dia — A reformadora
Deus fez de Brígida a sua mensageira junto dos grandes da terra. Sem temor, repreendeu os vícios dos príncipes, dos prelados e dos povos, chamando os reis à justiça e o clero à santidade. Sobretudo trabalhou e orou para que o Sumo Pontífice, que residia então em Avinhão, voltasse a Roma, à sé de são Pedro; e anunciou os castigos que o pecado impenitente atrairia. Falou com franqueza aos poderosos, não buscando o próprio proveito, mas o bem da Igreja.
Ó santa Brígida, que repreendestes os grandes sem temor e amastes a Igreja sem medida: alcançai-nos a coragem de professar a verdade, o amor filial pelo Vigário de Cristo e o zelo pelo bem das almas.
Em seguida, o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai, como no primeiro dia.
Sexto dia — A fundadora
Brígida recebeu nas suas visões a regra de uma nova família religiosa, consagrada à honra do Salvador e da sua santa Mãe. Embora não a visse florescer em vida, o grande mosteiro de Vadstena ergueu-se depois dela na sua Suécia natal, e a Ordem do Santíssimo Salvador — as brigidinas — espalhou por muitos países o seu espírito de oração e de penitência. O que Deus lhe mostrara, cumpriu-o à sua hora.
Ó santa Brígida, fundadora que Deus fez mãe de uma família religiosa dedicada ao seu Salvador e à sua Mãe: alcançai à Igreja santas vocações, e a nós um espírito de oração e de penitência no estado a que Deus nos chamou.
Em seguida, o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai, como no primeiro dia.
Sétimo dia — O amor à Paixão
Toda a vida de Brígida esteve fixa na Cruz. A ela se atribuem as quinze orações sobre a Paixão do Senhor, longamente recitadas pelos fiéis em memória das suas chagas e dos seus sofrimentos. Chorou os pecados que tinham crucificado o seu Salvador e encontrou nas suas cinco chagas o refúgio da sua alma; e ensinou a inúmeros cristãos depois dela a amar o Crucificado.
Ó santa Brígida, fiel amante da Paixão de Jesus: alcançai-nos ter sempre diante dos olhos as chagas do nosso Redentor, chorar os pecados que as causaram, e haurir da sua Cruz a força para levar a nossa.
Em seguida, o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai, como no primeiro dia.
Oitavo dia — A morte em Roma
Consumida pela penitência, pelas viagens e pelos trabalhos de uma longa vida, Brígida morreu em Roma a 23 de julho de 1373, anunciando a hora da sua passagem e confortada pelos sacramentos. A sua filha Catarina, santa ela mesma, velou a seu lado, depois levou o seu corpo a Vadstena e recolheu a sua obra. Brígida foi canonizada em menos de vinte anos, e a Suécia sempre a honrou como a sua glória diante de Deus.
Ó santa Brígida, que deixastes à vossa filha santa Catarina a herança da vossa santidade: alcançai-nos a graça de uma santa morte, preparada por uma vida de fé, e a alegria de sermos um dia reunidos àqueles que amamos na paz de Deus.
Em seguida, o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai, como no primeiro dia.
Nono dia — A nossa súplica
Esposa e mãe, viúva e peregrina, mística e fundadora, Brígida atravessou todos os estados da vida cristã e santificou cada um com a fé e o amor. Aquela que foi ouvida nas suas orações pelos reinos e pela Igreja não desprezará as nossas necessidades mais humildes. No termo desta novena apresentamos-lhe com confiança a intenção que trouxemos durante estes nove dias.
Ó santa Brígida da Suécia, fiel serva da Paixão de Cristo, apresentai a Deus a oração que depomos nas vossas mãos, e alcançai-nos — se for para o bem das nossas almas — a graça que pedimos; e sobretudo uma fé firme, uma esperança viva e um amor que nunca esfria.
Em seguida, o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai, como no primeiro dia.
Conclusão da novena
V. Rogai por nós, santa Brígida.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Oremos.
Senhor nosso Deus, que por meio do vosso Filho unigênito revelastes à bem-aventurada Brígida os segredos do Céu: concedei-nos, a nós vossos servos, pela sua piedosa intercessão, alegrar-nos na revelação da vossa glória eterna. Pelo mesmo Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, Deus, por todos os séculos dos séculos.
Amém.
Em nome do Pai,
e do Filho,
e do Espírito Santo.
Amém.
Novena de 1 ano, de 12 anos, dos 7 Pai-Nossos: o que são
O nome de Santa Brígida está ligado a várias devoções que os fiéis chamam, por hábito, de "novenas" — embora nenhuma delas seja a novena de nove dias que você acabou de ler. Vale distinguir, porque a confusão é grande nos vídeos e livretos que circulam.
A "novena de 1 ano" — as 15 orações
O que se procura sob os nomes novena de Santa Brígida de 1 ano, 365 dias ou as 15 orações de Jesus a Santa Brígida é um exercício diferente: quinze orações sobre a Paixão, uma para cada chaga do Senhor, rezadas todos os dias durante um ano inteiro. É a devoção brigidina mais difundida no Brasil, e nós a publicamos por extenso em as 15 orações de Santa Brígida — com a advertência necessária: as promessas extraordinárias que costumam acompanhá-las nos folhetos populares nunca foram aprovadas pela Igreja, e o Santo Ofício proibiu em 1954 que fossem publicadas como autênticas. As orações são boas e piedosas; as promessas não têm garantia alguma. Reze-as pelo amor da Paixão de Cristo, não por um contrato.
A "novena de 12 anos" — os 7 Pai-Nossos e 7 Ave-Marias
A chamada novena de 12 anos ou novena dos 7 Pai-Nossos é outra devoção brigidina: sete Pai-Nossos e sete Ave-Marias por dia, durante doze anos, em honra das cinco chagas e do Precioso Sangue — e, numa forma paralela, das sete dores de Nossa Senhora. É a raiz das buscas por novena das sete dores de Maria de Santa Brígida. Quem quiser honrar a Virgem das Dores encontrará a oração tradicional em oração de Nossa Senhora das Dores. Aqui também: as recompensas numeradas prometidas ao fim dos doze anos são folclore devocional, não doutrina.
A chaga do ombro e as almas do purgatório
Duas outras devoções aparecem sob o nome da santa. A chaga do ombro — a chaga escondida que o Senhor teria revelado a Brígida como a mais dolorosa, por causa do peso da Cruz — é uma tradição piedosa transmitida sem base nas Revelações autênticas; medite-a, se quiser, junto às santas chagas, sem lhe atribuir promessas. E porque Brígida rezou toda a vida pelos defuntos, muitos aplicam a sua intercessão às almas do purgatório: para isso, a Igreja nos dá a novena das almas, que é o caminho seguro.
PDF, livro, áudio e o terço brigidino
Muitos procuram a novena de Santa Brígida em PDF, um livro para comprar ou um áudio para acompanhar. Não é preciso comprar nada: o texto desta página é completo e você pode imprimi-lo diretamente do navegador (Ctrl+P, ou "Compartilhar → Imprimir" no celular) e guardá-lo como PDF. O terço de Santa Brígida, por sua vez, é o rosário brigidino de seis dezenas — sessenta e três Ave-Marias, uma por cada ano de vida de Nossa Senhora segundo a tradição —, rezado pelas religiosas da Ordem; é uma forma do terço, não uma novena.
Como rezar a novena: quando começar
Comece em 30 de setembro para terminar em 8 de outubro, dia da festa de Santa Brígida no calendário de 1962. Se estiver rezando na data da sua morte, 23 de julho — que é o dia em que o calendário reformado de 1969 a celebra —, comece em 15 de julho.
Fora dessas datas, qualquer dia serve. O que a novena pede é constância: nove dias seguidos, à mesma hora se possível, com a mesma intenção formulada com simplicidade. Se um dia for esquecido, retome no dia seguinte sem escrúpulo e sem recomeçar tudo — a novena é um ato de confiança, não uma condição contratual. Reze-a sozinho, em família diante de uma imagem, ou unido à Missa nos dias em que puder assistir: nada dá mais peso a uma súplica do que oferecê-la com o Santo Sacrifício.
Quem foi Santa Brígida da Suécia
Birgitta Birgersdotter nasceu por volta de 1303, filha de Birger Persson, governador de Upland — a principal província da Suécia —, e de Ingeborg, filha do governador da Gotlândia Oriental. Órfã de mãe por volta de 1315, foi criada por uma tia em Aspenäs, junto ao lago Sommen. Casou-se antes dos catorze anos com Ulf Gudmarsson, que tinha dezoito; viveram vinte e oito anos juntos e tiveram oito filhos, quatro homens e quatro mulheres. Não era da casa real, nem por nascimento nem por casamento, ao contrário do que se repete: era da alta nobreza do reino.
Por volta de 1335 foi chamada à corte como camareira-mor da jovem rainha Branca de Namur, esposa de Magno II. Foi ali que começou o seu papel público: um rei fraco, uma rainha frívola, e uma dama que lhes falava de Deus sem rodeios — e de quem se dizia na corte, em tom de troça, "com que estaria sonhando a senhora Brígida esta noite?". Viúva em 1344, viveu quatro anos junto à abadia cisterciense de Alvastra em estado de penitente; foi ali que as visões se tornaram tão insistentes que ela mesma temeu ilusão, e as submeteu ao juízo do mestre Matias, cônego de Linköping, que as julgou vindas de Deus. Partiu para Roma em 1349, para o jubileu de 1350, e nunca mais voltou à Suécia: alimentava os peregrinos suecos na sua casa junto a São Lourenço in Damaso, ia à Missa às cinco da manhã, servia os doentes e os pobres — e não poupou nem abades relaxados nem papas, chegando a denunciar um deles como "mais injusto que Pilatos e mais cruel que Judas". Morreu em Roma a 23 de julho de 1373, aos setenta e um anos, e foi canonizada por Bonifácio IX em 7 de outubro de 1391. É padroeira do reino da Suécia.
Sobre as Revelações, a tradição é honesta e devemos sê-lo também. O Concílio de Basileia mandou examiná-las por João de Torquemada, que as aprovou como proveitosas para a instrução dos fiéis — mas essa aprovação, como o próprio Butler nota, não significa mais do que a conformidade da doutrina com a fé ortodoxa e uma probabilidade histórica. Bento XIV escreveu expressamente a respeito delas que "mesmo tendo sido muitas dessas revelações aprovadas, não podemos nem devemos dar-lhes o assentimento da fé divina, mas apenas o da fé humana". Acrescente-se que o texto que temos passou pela mão e pelo latim de Pedro de Alvastra e de Afonso de Vadaterra: Butler lamenta que não tenhamos as revelações como a própria santa as escreveu. Nada disso diminui Brígida — ela nunca desejou visões nem se gloriou delas, e submeteu-as sempre ao juízo dos pastores. O que a torna venerável à Igreja inteira não são os prodígios, mas a virtude heroica: uma esposa, uma mãe, uma viúva que amou a Cruz até o fim.
Perguntas Frequentes
Como se faz a novena de Santa Brígida?
Durante nove dias seguidos: sinal da cruz, a oração diária com a sua intenção, a meditação e a oração próprias do dia, e depois o Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai. O texto completo está acima. Conclui-se no nono dia com o versículo e a coleta do Missal.
Quando se reza a novena de Santa Brígida?
Tradicionalmente de 30 de setembro a 8 de outubro, para terminar na sua festa segundo o calendário de 1962. Também se pode começar a 15 de julho, para terminar a 23 de julho, dia da sua morte. E pode-se rezá-la em qualquer época do ano, quando houver necessidade.
A novena de Santa Brígida é a mesma coisa que as 15 orações?
Não. Esta novena tem nove dias. As 15 orações de Santa Brígida são quinze orações sobre a Paixão rezadas todos os dias durante um ano — é o que se chama impropriamente de "novena de 1 ano" ou "365 dias".
O que é a novena de Santa Brígida de 12 anos?
É a devoção dos sete Pai-Nossos e sete Ave-Marias rezados diariamente por doze anos, em honra das chagas e do Precioso Sangue do Senhor. Também não é uma novena. As promessas numeradas atribuídas a ela nos folhetos não têm aprovação da Igreja.
As promessas de Santa Brígida são aprovadas pela Igreja?
Não. O Santo Ofício declarou em 1954 que a origem sobrenatural das promessas ligadas às 15 orações não consta, e proibiu que fossem divulgadas como autênticas. As orações permanecem lícitas e boas; as promessas devem ser abandonadas.
Onde encontro a novena de Santa Brígida em PDF?
Nesta página. Use a função de impressão do navegador e escolha "Salvar como PDF" — o texto sai completo, sem precisar comprar livro nem folheto.
Para que se pede a Santa Brígida?
Ela é invocada pelas viúvas, pelas mães de família, pelos peregrinos e viajantes, pela Suécia e pela Europa, e por quem deseja amar a Paixão do Senhor. Como toda intercessão dos santos, o pedido vai a Deus, que atende à sua hora e segundo o bem da alma.
Reze esta novena com lembretes dia a dia e áudio no aplicativo Iter Fidei. Baixe aqui.
Fontes. Butler, Vidas dos Santos (Santa Brígida, viúva) — Missal Romano, S. Birgittae Viduae, 8 de outubro — Martirológio Romano — Bula de canonização de Bonifácio IX (7 de outubro de 1391) — Revelationes S. Birgittae — Bento XIV, De servorum Dei beatificatione — Sagrada Escritura, tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo.