A Sagrada Bíblia · Figueiredo · Biblia Sacra Vulgata
O livro do Deuteronômio
O Deuteronômio, quinto e último livro de Moisés, reúne os seus grandes discursos nas planícies de Moab, antes da entrada na Terra prometida: a repetição da Lei, o «Ouve, ó Israel», as bênçãos e maldições do capítulo 28, o cântico de Moisés e a sua morte no monte Nebo. Abaixo estão os trinta e quatro capítulos na tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo, feita sobre a Vulgata, com o latim ao lado; o guia explica o que significa Deuteronômio, quem o escreveu, o resumo e os versículos mais procurados, na leitura da Igreja.
Ler Deuteronômio: 34 capítulos
O Deuteronômio é o testamento de Moisés. Quarenta anos depois da saída do Egito, nas planícies de Moab, diante de Jericó, o velho legislador reúne o povo que vai atravessar o Jordão sem ele e lhe repete tudo o que Deus fez e tudo o que Deus pede. Não é um código frio: é uma longa exortação, cheia de memória e de ternura, em que volta sem cessar o verbo “amar”. Nosso Senhor citou-o mais do que qualquer outro livro da Lei: foi com três frases do Deuteronômio que Ele respondeu ao demônio no deserto, e foi dele que tirou o maior dos mandamentos.
O que significa Deuteronômio?
Deuteronômio vem do grego dos Setenta, Deuteronómion, “segunda lei”, através do latim Deuteronomium. O nome nasceu de um versículo sobre o rei de Israel, que deverá fazer escrever para si uma cópia da Lei; Figueiredo, seguindo a Vulgata, conserva aqui a própria palavra: o rei «fará escrever para seu uso num livro o Deuteronômio desta lei» (Dt 17,18). O hebraico diz “uma cópia desta lei”; os gregos entenderam “uma segunda lei”, e o nome ficou.
Ficou bem, porque o livro é de fato a Lei dada pela segunda vez: Moisés repete à nova geração, nascida no deserto, os mandamentos dados no Sinai à geração que morreu. Não é uma lei diferente, mas a mesma Lei explicada, aplicada à vida na terra de Canaã e gravada no coração. Os judeus chamam o livro pelas suas primeiras palavras, Devarim, “Palavras”: «Estas são as palavras, que Moisés disse a todo o Israel» (Dt 1,1).
Quem escreveu o livro de Deuteronômio?
A Igreja recebeu o Deuteronômio como obra de Moisés, o último dos cinco livros do Pentateuco que o Concílio de Trento (sessão IV, 1546) enumera como os livros de Moisés. Nenhum livro o diz tão claramente: «Escreveu pois Moisés esta lei, e a entregou aos sacerdotes filhos de Levi» (Dt 31,9); «Logo pois que Moisés acabou de escrever num livro as palavras desta lei», mandou pô-lo «ao lado da arca do concêrto» (Dt 31,24-26). Nosso Senhor discute com os fariseus o que «mandou Moisés» sobre o libelo de repúdio de Deuteronômio 24 (Mt 19,7-8), e São Pedro aplica a Cristo a profecia de Deuteronômio 18 como palavra de Moisés (At 3,22).
Quem escreveu a morte de Moisés?
O último capítulo conta a morte e o sepultamento de Moisés, e acrescenta que «nenhum homem tem sabido até hoje o lugar da sua sepultura» (Dt 34,6). Moisés não escreveu essas linhas depois de morto: a tradição judaica, seguida por muitos comentadores católicos, as atribui a Josué, seu sucessor, e outros a um escritor inspirado posterior. Isso não diminui a autoria mosaica do livro, como a Pontifícia Comissão Bíblica explicou em 27 de junho de 1906, ao admitir secretários e acréscimos que não afetam a substância.
Muitos exegetas modernos identificam o Deuteronômio com o «Livro da Lei» encontrado no Templo no tempo do rei Josias (2 Reis 22,8, o IV Livro dos Reis em Figueiredo) e pensam que ele foi composto pouco antes, no século VII antes de Cristo. Que o livro achado por Josias fosse o Deuteronômio, já o pensavam alguns Padres, como São Jerônimo; mas para eles tratava-se de um livro antigo, esquecido durante os reinados ímpios, e não de um livro novo.
Quando foi escrito o Deuteronômio?
O próprio livro situa os discursos «No ano quadragésimo, no undécimo mês, no primeiro dia do mês» depois da saída do Egito (Dt 1,3), nas últimas semanas da vida de Moisés, que morre com cento e vinte anos. Segundo a cronologia tradicional, tirada de 1 Reis 6,1, isso nos leva ao século XV antes de Cristo; outros preferem o século XIII. Depois do Deuteronômio vem o livro de Josué, que conta a travessia do Jordão.
Do que fala o livro de Deuteronômio? Resumo
O livro é formado por três discursos de Moisés, seguidos dos seus últimos atos.
Primeiro discurso: a memória do deserto (capítulos 1-4)
Moisés relembra o caminho do Horeb (o Sinai) até Moab: a nomeação dos juízes, a recusa de entrar em Canaã depois do relatório dos espiões, os quarenta anos de castigo, as primeiras vitórias. Tira a lição no capítulo 4: «Vós não ajuntareis, nem tirareis nada às palavras, que eu vos digo» (Dt 4,2), porque «nenhuma outra nação há tão grande, que tenha deuses tão próximos a si, como o nosso Deus está presente a tôdas as nossas deprecações» (Dt 4,7).
Segundo discurso: o amor de Deus e os mandamentos (capítulos 5-11)
O capítulo 5 repete o decálogo do Êxodo: «Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito da casa da servidão» (Dt 5,6). O capítulo 6 dá o mandamento do amor, que tem a sua seção mais abaixo. Os capítulos seguintes lembram que Deus escolheu Israel por amor, não pelos seus méritos, e que o deserto foi uma escola: «Afligiu-te com a fome, e deu-te por sustento o maná […] Para te mostrar que o homem não vive só do pão, mas de tôda a palavra que sai da bôca de Deus» (Dt 8,3). Moisés pede um coração novo: «Circuncidai pois o prepúcio do vosso coração» (Dt 10,16), e conclui: «Eis-aqui ponho eu hoje diante de vossos olhos a bênção e a maldição» (Dt 11,26).
O código deuteronômico (capítulos 12-26)
Os capítulos 12 a 26 aplicam a Lei à vida na terra: um só santuário, no lugar que o Senhor escolher; a luta contra a idolatria; os alimentos puros; os dízimos (capítulo 14); o ano de remissão e o cuidado do pobre, «Não faltarão pobres na terra que hás de habitar: por isso eu te ordeno, que abras a mão para teu irmão necessitado» (Dt 15,11); as festas; os juízes, o rei, os sacerdotes e os profetas (capítulos 16-18); as cidades de refúgio, a guerra, a família e a justiça. O código termina com a oferta das primícias, em que o israelita recita a sua história: «O sírio perseguia a meu pai, o qual desceu ao Egito» (Dt 26,5).
A aliança renovada: bênção e maldição (capítulos 27-30)
Moisés manda escrever a Lei sobre pedras depois da travessia do Jordão (capítulo 27), proclama as bênçãos e as maldições (capítulo 28) e renova a aliança (capítulos 29-30). O discurso termina com um dos chamados mais solenes da Bíblia: «Eu chamo hoje por testemunhas o céu, e a terra, de como vos propus a vida, e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe pois a vida, para que vivas tu, e a tua posteridade» (Dt 30,19).
O cântico, a bênção e a morte de Moisés (capítulos 31-34)
No capítulo 31, Moisés passa o comando a Josué e entrega a Lei aos sacerdotes. O capítulo 32 é o grande cântico de Moisés: «Ouvi, céus, o que vou a dizer: ouça a terra as palavras da minha bôca» (Dt 32,1). Deus achou Israel no deserto e «o guardou como a menina do seu ôlho. Como uma águia provoca seus filhos a voar, e de contínuo voa sôbre êles, assim o Senhor estendeu as suas asas sôbre o seu povo» (Dt 32,10-11). No capítulo 33, Moisés abençoa as doze tribos. No capítulo 34, sobe ao monte Nebo, vê de longe toda a terra prometida e morre: «E não se levantou mais em Israel profeta algum como Moisés, com quem o Senhor tratasse cara a cara» (Dt 34,10).
Deuteronômio 28: bênçãos e maldições
O capítulo 28 é o mais procurado do livro no Brasil, e um dos mais procurados de toda a Bíblia. Ele começa com uma condição: «Se tu porém ouvires a voz do Senhor teu Deus, cumprindo, e guardando tôdas as suas ordenações […] o Senhor teu Deus te exaltará sôbre tôdas as nações» (Dt 28,1).
Seguem as bênçãos: «Tu serás bendito na cidade, e bendito no campo» (v. 3), «Serás bendito ao entrar e ao sair» (v. 6), «O Senhor derramará a sua bênção sôbre os teus celeiros, e sôbre tôdas as obras das tuas mãos» (Dt 28,8), «O Senhor abrirá o seu riquíssimo tesouro, que é o céu, para derramar sôbre a tua terra a chuva em seu tempo» (Dt 28,12), «O Senhor fará que sejas o primeiro, e não o derradeiro» (v. 13). A partir do versículo 15, as maldições, muito mais longas, para quem rompe a aliança: derrota, doença, fome e exílio, até a angústia de quem «Temerás de dia e de noite, e não crerás na tua vida» (Dt 28,66).
Como ler essas promessas? Elas fazem parte da aliança do Sinai, que Deus selou com um povo e uma terra, e por isso falam de chuva, colheitas e vitórias. Não são um contrato pelo qual o fiel compraria a riqueza com a sua obediência, nem uma fórmula a repetir para prosperar. Os profetas mostraram que as bênçãos materiais eram sinais de um bem maior, e o Novo Testamento as eleva: as bem-aventuranças prometem o Reino aos pobres em espírito e aos perseguidos, e Cristo, diz São Paulo, «nos remiu da maldição da lei, feito êle mesmo maldição por nós» (Gl 3,13). O versículo 1 continua verdadeiro em sentido mais alto: a fidelidade a Deus é sempre bênção, mesmo quando passa pela cruz.
Deuteronômio 31,6 e 31,8: «não te deixará, nem te desamparará»
Antes de morrer, Moisés anima o povo e o seu sucessor. Ao povo: «Portai-vos varonilmente, e tende ânimo: não temais, nem vos atemorizeis à vista dêles: Porque o mesmo Senhor teu Deus é o teu condutor, e não te deixará, nem te desamparará» (Dt 31,6). A Josué: «Tem ânimo, e sê robusto» (Dt 31,7), e: «E o Senhor que é o vosso condutor, êle mesmo será contigo: êle te não deixará, nem te desamparará: Não temas, nem te assustes» (Dt 31,8).
A coragem pedida não nasce da confiança nas próprias forças, mas na presença de Deus que vai à frente. A mesma promessa será repetida a Josué no primeiro capítulo do seu livro, e a Carta aos Hebreus a aplica a todo cristão (Hb 13,5). A Igreja lê Deuteronômio 31 na Vigília Pascal, como se verá abaixo.
Deuteronômio 6: «Ouve, ó Israel»
«Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de tôda a tua alma, e de tôdas as tuas fôrças» (Dt 6,4-5). É o Shemá, a oração que os judeus piedosos recitam todos os dias, e que Moisés manda gravar no coração, ensinar aos filhos, meditar «assentado em tua casa, e andando pelo caminho, ao deitar-te para dormir e ao levantar-te» (Dt 6,7) e escrever nas portas da casa.
Quando um doutor da Lei pergunta a Jesus qual é o maior mandamento, Ele responde com estas palavras: «Ouve, Israel, o Senhor teu Deus é só o que é Deus: E amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração» (Mc 12,29-30), e junta a elas o amor ao próximo do Levítico. Toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos.
Temas e leitura católica do Deuteronômio
O Profeta semelhante a Moisés
«O Senhor teu Deus te suscitará um Profeta, como eu, da tua nação, e dentre teus irmãos: A êste ouvirás» (Dt 18,15). Israel esperou durante séculos esse profeta, pois o próprio livro reconhece que nenhum outro se levantou como Moisés (Dt 34,10). São Pedro, no Templo, declara que a promessa se cumpriu em Jesus (At 3,22), e na Transfiguração a voz do Pai repete a ordem do Deuteronômio: “Ouvi-o”. Cristo é o novo Moisés, que dá a Lei nova no Sermão da Montanha.
Jesus responde ao demônio com o Deuteronômio
No deserto, depois de quarenta dias de jejum, Nosso Senhor vence as três tentações com três versículos deste livro: «Não só de pão vive o homem, mas de tôda a palavra que sai da bôca de Deus» (Mt 4,4), que é Dt 8,3; «Não tentarás ao Senhor teu Deus» (Mt 4,7), que é Dt 6,16; e «Ao Senhor teu Deus adorarás, e a êle só servirás» (Mt 4,10), que é Dt 6,13. Os quarenta dias de Cristo respondem aos quarenta anos de Israel: onde o povo murmurou, o Filho obedeceu. A Igreja lê esse Evangelho no I domingo da Quaresma.
O coração, a escolha e a graça
O Deuteronômio é o livro do coração: as palavras da Lei devem estar «gravadas no teu coração» (Dt 6,6), e a verdadeira circuncisão é a do coração (Dt 10,16; 30,6). É também o livro da escolha: «Escolhe pois a vida» (Dt 30,19), texto clássico da liberdade humana diante de Deus. Mas Moisés sabe que o povo não guardará a Lei pelas próprias forças, e o cântico do capítulo 32 anuncia as suas infidelidades. São Paulo lê a palavra «esta palavra está muito perto de ti, na tua bôca está, e no teu coração» (Dt 30,14) como anúncio da fé em Cristo (Rm 10,6-8): a graça dá o que a Lei mandava.
Outros versículos procurados do Deuteronômio
- Deuteronômio 11,24: «Todo lugar, em que vós puserdes os pés, será vosso», promessa da terra de Canaã, que a Igreja lê no sábado das Têmporas da Quaresma.
- Deuteronômio 8,18: lembrar-se do Senhor, «que êle mesmo te deu as fôrças», para não atribuir a si os bens recebidos.
- Deuteronômio 7,9: «o Deus forte e fiel, que guarda o seu pacto e a sua misericórdia aos que cumprem os seus preceitos até mil gerações».
- Deuteronômio 18,10-12: a proibição dos adivinhos, feiticeiros e encantadores e de quem «indague dos mortos a verdade», que vale para todo cristão: a Igreja condena a magia, o espiritismo e toda consulta aos mortos.
- Deuteronômio 22,5: «A mulher não se vestirá de homem, nem o homem se vestirá de mulher».
- Deuteronômio 14,22: o dízimo anual dos frutos da terra.
- Deuteronômio 32,35: «Minha é a vingança», que São Paulo cita para proibir a vingança pessoal (Rm 12,19).
O Deuteronômio no cânon e na liturgia
O Deuteronômio fecha o Pentateuco em todas as Bíblias, e a sua canonicidade nunca foi contestada. Na liturgia de 1962, a Igreja o lê nestes dias:
- Sábado das Têmporas da Quaresma: duas leituras do Deuteronômio, 26,12-19 e 11,22-25, esta com a promessa «Todo lugar, em que vós puserdes os pés, será vosso».
- Sábado das Têmporas de Pentecostes: a oferta das primícias (Dt 26,1-3.7-11).
- Vigília Pascal: a quarta e última profecia é Deuteronômio 31,22-30, em que o Senhor ordena a Josué «Tem ânimo, e sê robusto», seguida do trato Attende, cælum, et loquar, tirado do cântico de Moisés (Dt 32,1-4).
- Saltério: o cântico Audite, cæli (Dt 32) se canta nas Laudes de sábado, no segundo esquema das Laudes, o dos dias de penitência, que você reza no Breviário.
- Evangelhos: no I domingo da Quaresma (Mt 4,1-11), Jesus responde ao tentador com o Deuteronômio; no XVII domingo depois de Pentecostes (Mt 22,34-46), cita o grande mandamento de Dt 6,5.
- Santa Teresinha do Menino Jesus (3 de outubro): a antífona da comunhão, Circumduxit eam, et docuit, é tirada de Dt 32,10-12, a águia que leva os filhotes sobre as asas.
Como ler o Deuteronômio
Leia-o como se lê a última carta de um pai: devagar, e de preferência em voz alta, porque foi escrito para ser ouvido. Os capítulos 4 a 11 e 28 a 34 são o coração do livro; o código dos capítulos 12 a 26 se entende melhor depois de ler o Êxodo e o Levítico. Leia ao mesmo tempo os Evangelhos que o citam, Mateus 4 e 22: verá como Nosso Senhor rezava estas palavras. O nosso artigo sobre os 10 mandamentos acompanha o capítulo 5, e os capítulos estão logo abaixo.
Perguntas Frequentes
O que significa Deuteronômio?
Significa “segunda lei”, do grego Deuteronómion: o livro repete e explica a Lei dada no Sinai, para a nova geração que vai entrar em Canaã. O nome vem de Deuteronômio 17,18, em que o rei deve copiar «o Deuteronômio desta lei». Em hebraico o livro se chama Devarim, “Palavras”.
Quem escreveu o livro de Deuteronômio?
A Igreja recebeu o Deuteronômio como obra de Moisés, que, diz o livro, escreveu esta lei e a entregou aos sacerdotes (Dt 31,9.24). O relato da sua morte, no capítulo 34, a tradição o atribui a Josué ou a outro escritor inspirado. A Comissão Bíblica (1906) manteve a autenticidade mosaica substancial do Pentateuco.
O que diz Deuteronômio 28?
Contém as bênçãos prometidas a Israel se guardar a aliança (v. 1-14) e as maldições se a romper (v. 15-68). São promessas da antiga aliança, ligadas à terra de Canaã, que o Novo Testamento eleva aos bens do Reino; não são uma fórmula de prosperidade.
Quantos capítulos tem o Deuteronômio?
Trinta e quatro. Os capítulos 1 a 11 são os dois primeiros discursos de Moisés, 12 a 26 o código de leis, 27 a 30 a renovação da aliança, 31 a 34 os últimos atos e a morte de Moisés.
Onde está escrito «Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração»?
Em Deuteronômio 6,5, logo depois do «Ouve, ó Israel». Jesus o chama de primeiro e maior mandamento (Mt 22,37-38).
Onde Moisés morreu e foi sepultado?
No monte Nebo, na terra de Moab, diante de Jericó, depois de ver de longe a Terra prometida (Dt 34,1-6). O lugar da sepultura ficou desconhecido, e São Judas menciona a disputa do arcanjo Miguel com o demônio «sôbre o corpo de Moisés» (Jd 1,9).
O Deuteronômio também se lê versículo por versículo, em português e em latim, no aplicativo Bíblia Católica do Iter Fidei.
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